A Instituição de Ensino
que atuo no momento tem alunos com diferentes necessidades especiais, com a
faixa etária de 3 a 6 anos de idade, alguns ainda não possuem um diagnostico e
outros ainda não conseguiram um acompanhamento especifico a fim de poder
auxiliar suas famílias. A parceria com o AEE começou este mês (abril) , ainda
de forma muito sutil e só com alguns
casos.
Sendo assim a nossa equipe
de professores, tem desenvolvido trabalho com suas crianças sem uma orientação especifica
e apropriada para o desenvolvimento das capacidades dos educandos. Nossa escola,
não possui mobiliário adequado e muito menos sua estrutura é a mais apropriada
para nossos alunos mesmo aqueles ditos “normais”. Não temos muitos obstáculos para
a locomoção, mas a instituição não foi devidamente planejada pensando na
segurança ou na acessibilidade de sua clientela, isso fica claro ao vermos seu
piso, portas, banheiros, entre outros objetos e espaços da escola.
A escola está situada na
região central da cidade, sendo que em seu entorno temos uma comunidade muito
carente que também faz parte da clientela. Sendo assim ainda temos entre nossos
estudantes pessoas que não possuem asfalto em suas ruas, como também ainda
possuem fossa séptica em suas residências. Muitos de nossos alunos não têm
acesso a livros, teatro, cinema ou outro meio de cultura diferente do seu meio.
Então nos educadores da E.
M. Florestam Fernandes, estamos diante de uma Batalha, incluir aos com
necessidades especiais, dentro de um cenário de muita exclusão.
Gostaria muito de mostrar a todos uma reportagem sobre minha escola ,mas não com muito esforço consegui está que está no link a baixo. Nesta matéria se fala da campanha de prevenção a Dengue , aonde a COVISA ,levou as escolas vídeos e teatro.Estive presente durante a apresentação e foi muito interessante .
ler a reportagem
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